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Relatoria Planejamento Estratégico – Gestão Unificar na Luta (2010-2011)

20/10/2010

Planejamento Estratégico Região V – 18 e 19 de setembro de 2010.
Início: 10h.
Presentes: Carol (PUC-Contagem), Marília (PUC-BH), Leonardo (UFVJM-CASS), Simone (UERJ-CASS), Fernanda (UERJ-CASS), Flávio (UFRJ), Aquiles (UFRJ/CN), Natália (UFF),  Iasmin (UNIMONTES), Mayara (UFES), Zé de Fátima (UNA-BH), Rayara (UFES), Filipe (Instituto Metodista-Isabela Hendrix), Ana Ribeiro-Comunicação/UFOP, Washington (PUC_COREU),

Apresentação dos participantesApresentação da metodologia e programação.4 brigadas de organização:
1. Alojamento – Carol, Leonardo, Ana, Zé.2. Café – Natália, Iasmin, Simone, Rayara.3. Banheiros – Marília, Mayara, Fernanda.4. Disciplina – Aquilinho, Filipe, Flávio.
Discussão do texto: Função da Universidade nas brigadas.
Almoço
Socialização da discussão nas brigadas para a plenária:
Questões levantadas no debate:
Projeto de universidade em disputa.Trabalhar com EAD-supervisão de estágio.Lógica fordista de produtividade/competividade nas universidades.Universidades nos países periféricos sem autonomia universitária/metas, condicional idades e padronização do ensino pelo MEC e Governo Neoliberal, sem levar em conta as regional idades, aplicando a cartilha de subordinação aos países periféricos do capital, colocando em risco a indissiobilidade ensino, pesquisa e extensão, na defesa da universidade pública, gratuita, laica e de qualidade. Modelo de privatização e sucateamento da universidade.
Repasse das brigadas:Brigada:  4 “ Não tá fácil pra Ninguém”
Conceito de universidade e como isso era apropriado na sociedade capitalista para produção da burguesia industrial, que queria fazer o desenvolvimento das forças produtivas. Assim a Universidade acaba perdendo seu papel de expressão da questão social. A Universidade é um espaço de formação de mercadoria, o estudante, e essa lógica se altera com o neoliberalismo com o ensino privado, como reflexo da mudança dos modos de produção de mercadoria em massa.A universidade propõe o processo de alteração da realidade social, mas não é o que acontece.O erro histórico do ME não são as entidades, mas sim a questão da fragmentação, onde se fragmenta dentro do seu próprio processo e o sujeito da universidade se modifica também historicamente. Falta entender que o estudante mudou. E hoje com 80% das escolas hoje, particulares, esse problema se agrava. Transpõe as barreiras da universidade a nossa luta. Os EIV’s podem ser inseridos nos espaços de EAD, partindo do pressuposto que temos que compreender primeiramente o processo de uma EAD. Dar formação política para os estudantes de EAD, pois são estudantes que irão defender a sua categoria por ser as vezes o único meio de acessarem o ensino universitário. Isso gera as vezes um rebaixamento do valor da categoria. Um problema também é a questão de o profissional escolher se supervisiona ou não o estagiário de EAD, que tem autonomia pra isso, mas que é reprimido por essa decisão. Por que o ensino desqualificado desde a base? Porque a base não questiona a ordem,  ensino é elitista, não abrem uma discussão orgânica sobre o processo, e é uma discussão que temos que tocar.
Brigada: 1 “Dandara”
Compreender o quão real é este texto o quão presente na nossa formação e atuação no MESS. A educação superior surge com o vínculo religioso. Formação tecnicista, voltada para o mercado de trabalho. Incentivo da expansão do ensino superior, como o EUNI por exemplo. E temos que ter espaços para tentar fortalecer o debate político. O papel da ENESSO  de levar este debate pros espaços, pois não conseguimos avançar no interior dos cursos. Importância de disputar os espaços dentro das universidades, como os estudantes devem se organizar por causa inclusiva da precarização das universidades, e como podemos avançar nisso para melhorar a nossa formação acadêmica, e propor uma transformação real da sociedade. Como é difícil encontrar esse pensamento fora da área de humanas. É como se nossa luta não fosse a mesma dos estudantes de outros cursos.O SS é um curso que se transformou, e os outros cursos não. E isso depende da universidade. Há uma estigmatização dos estudantes de Serviço social por serem de luta. É uma via de mão dupla, e não temos que pensar que o SeSo  não tem pessoas da humanas que defendem uma vertente conservadora.
Brigada: 2 “Não durma no caminho”
A realidade da universidade não está totalmente desconfigurada. Há uma disputa entre o conservadorismo onde há o interesse da burguesia de produção de massa alienada para o mercado de trabalho X produção para a sociedade em si, na qual cabe aos estudantes lutar por um projeto de universidade com ensino de qualidade e para todos.  A lógica da competitividade. Os países capitalistas se preocupam em formar mais pessoas para criar pro mundo do trabalho, e os países subordinados que tem a universidade serve para servir a estes setores de exploração. A verba não chega nas universidades, o sistema é precário. A disputa agora é entre a disputa de verbas dentro das direções dos cursos dos departamentos. Criação de novos cursos sem a aprovação do conselho de ensino e pesquisa, que serve apenas à necessidade de mercado. A privatização acontece e é algo que temos que combater, além de corte de matérias, projetos que não são debatidos com os estudantes. A estrutura  dos espaços de decisão da universidade ainda vem do tempo da ditadura. A Paridade nesses espaços é importante para a luta coletiva e para disputar o projeto de universidade que defendemos.
Brigada: 3 – ‘Vermelho’
Passar nas escolas e contextualizar a reforma universitária para o estudantes e trabalhar nas escolas, e que isso é uma dificuldade porque o perfil do estudante vem mudando. Os estudantes não se identificam com o Movimento Estudantil. Temos que ver as condições de trabalho do estudantes hoje, que não oferece condições. O boicote ao ENADE seja resultado de uma discussão, pois o boicote não é mais tido como uma prática que dá resultados. Escolas que a gente sabe que não tem \movimento estudantil, conseguem nota razoável, mesmo sabendo que a qualidade do curso não segue as diretrizes curriculares. O boicote não é mais uma estratégia válida, e a responsabilidade agora fica nas nossas mãos. O perigo da gente boicotar é que tem repercussão. É importante um trabalho de tomada de consciência dos estudantes para que sejam conscientes do porque do boicote.A universalização do ensino. Como acessar essa educação? Ter direito a educação, mas quais os meios pra isso. O estudante se limita à sala de aula e não participa de outros espaços. O ENADE, ficou de deliberação no PEN, articular a próxima cartilha do FENEX. A universidade privada entra no contexto mercantil, mas também tem processo de elitização, que se dá de forma espalhada, a falsa democratização que se dá de acordo com a área geográfica.Como trabalhar o ME para entender como trabalhar as manifestações. Como aproximar deos estudantes que vem de REUNI. Os profissionais boicotam o debate dos estudantes. Os profissionais não querem conviver com a idéia de que a aula dele seja ruim por causa do ENADE, por isso defendem o debate de não-boicote ao ENADE, principalmente porque a abertura de escolas particulares é uma abertura do campo de trabalho para os AS. Ela não quer ver o seu nome atrelado á nota baixa. Qual a garantia da melhora do curso?

Análise de conjuntura das escolas participantes do PER:
UFVJM-TOEm 2007, devido à expansão do REUNI, foi criado o campus avançado do mucuri em Teófilo Otoni-MG, uma extensão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri com sede em Diamantina-MG. Inicialmente com cinco cursos: Administração, Matemática, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Serviço Social e depois com o bacharelado em Ciências e Tecnologia com a possível expansão para Engenharia.Até agosto de 2009 as aulas eram ministradas em um prédio emprestado pelo Estado ou prefeitura, não me recordo, era uma escola primária, onde só funcionava de manhã, e à noite era usada como Universidade Federal. Com o passar do tempo e a entrada de novos estudantes, os espaços não estavam mais suportando e o campus atual não tinha se quer um prédio pronto, esse era um problema de infra-estrutura. O maior problema era (e ainda é) pedagógico, no inicio do curso aqui, só havia um professor Assistente Social, e hoje, com nove períodos, o quadro de professores ainda é defasado com apenas sete Assistentes Sociais.A principal movimentação estudantil ocorreu exatamente a um ano atrás, quando a volta as aulas do segundo semestre de 2009 foi adiada pra setembro por causa do término das obras do campus atual, onde só tinha dois prédios finalizados. Os problemas eram diversos, falta de estrutura mínima, sem ventilação e água, sem professores e sem biblioteca, esse era o nosso contexto em setembro de 2009, na primeira semana de aula os estudantes de Serviço Social decidiram entrar em greve e começaram a mobilizar os outros cursos e professores, foi um mês de movimentação, onde houve ato público, manifestações com o Reitor, Deputados e outras autoridades, induzimos todos os cursos e professores a fazerem assembléia geral para decidir adesão à greve ou não, nós do Serviço Social conseguimos apoio de estudantes e professores de outros cursos, mas não “greve geral” e com o fim da greve o movimento esfriou.Hoje a situação é praticamente a mesma, os estudantes parecem que estão conformados com a situação, ainda somente com dois prédios prontos, biblioteca insuficiente e assistência estudantil que não consegue cumprir seu papel, além da falta de professores que citei anteriormente. Para se ter uma idéia da falta de interesse dos estudantes em relação à movimento estudantil, na última quarta-feira, dia 15, realizamos uma Assembléia Geral do curso para aprovação do estatuto do CA entre outras coisas, só compareceram 36 alunos, o equivalente a mais ou menos 10% do curso, ficamos perplexos de ver a falta de interesse dos estudantes.Creio que conseguir passar um pouco do que vivemos, não o tanto que gostaria se estivesse presente, mas acho que dá pra realizar uma análise da nossa situação. Reforço a vontade do CA de realizar um ELESS aqui em Teófilo Otoni, pra reviver esse pensamento de movimento estudantil e um curso de Formação Política para os novos ingressantes, principalmente. Mesmo com apenas um semestre na UFVJM, Leonardo poderá falar um pouco da nossa conjuntura e nossas perspectivas.
UFRJ
O funcionamento do CASS passou de mecanismo de participação à um mecanismo de disputa de forças políticas, o que causa um esgotamento, e mostra um processo real que a UFRJ vive. O processo de gestão coletiva do CASS-UFRJ, está passando por um grau de esgotamento.O problema da biblioteca, da xerox, setores dentro da categoria que são contra o trabalho com o MST são problemas reais , mas que não são aderidos pelos próprios profissionais.Ser executiva enquanto estudante, e não só quando ocupa cargos. Não se tem clareza do que é uma universidade popular. A esquerda falha muito no seu processo de formulação.
UFF:
Falta de assistência estudantil. Falta de alojamento na sede e interior está sendo construído, contudo não é certo que seja alojamento, pois tem disputa para tornar sala de aula este espaço. O bandejão não dá conta do aumento dos estudantes após REUNI, antes mesmo já não comportava.Alunos trabalhadores não conseguem ter acesso à pesquisa e extensão.Interiorização-alunos de serviço social sem pesquisa e extensão. Professores bolsistas que saem de Niterói para dar aula em Rio das Ostras, não proporcionando os alunos do PURO ao tripé. E o estágio não tem convênio com a prefeitura de Rio das Ostras, os estudantes tem que ir para Macaé para fazer estágio. Além disso, os alunos do Polo tem aula em conteneires, e é alugado. O objetivo é acompanhar prioritariamente, o interior.Não tem C.A. no PURO, mas tem pessoas com gás para construir o movimento e a idéia é construir um ELESS interior que participe o PURO e Campos pra fortalecer o movimento e debater o Serviço Social. Quadro com falta de professores 38 alunos para cada professor. Quase mil alunos inscritos.Diminuição das bolsas de monitoria para o Serviço Social.Xerox – uma luta que está sendo tocada por todos os setores que constroem o DAMK. Agora com a invasão da política no campus da UFRJ temos que unificar o ME pela assistência estudantil para os estudantes, tratar a demanda da Xerox como uma falta de política de assistência estudantil.Temos que lutar por mais demandas de assistência estudantil para os estudantes, tendo em vista o perfil dos estudantes do Serviço Social.
PUC Coreu:
É uma universidade antiga apesar de suas regalias drásticas. A PUC tem uma maior responsabilidade com a formação pela história e diante das outras universidades privadas.Processo de departamentalização uma situação que não se explica pedagogicamente e sim em vista a lógica de mercado e redução de gastos.Mudança de um prédio histórico. Problema de trabalho de base. Sendo hoje de duas forças políticas (PCdoB e PSTU). O repasse é apenas para pagar as impressões dos alunos sem serem feitos trabalhos em cima do movimento estudantil. E o estudante que fica prejudicado com a questão do estágio também, com a precarização do campo e do estágio fragilizando a relação teoria e prática.Trabalho de base.
PUC-Contagem:
Dificuldade de relacionamento com o DA (UJS) e DCE (PT). Mobilização para festa, mas para Movimento Estudantil eles não participam. Dificuldade de financiamento para viajar e militância.
UFES
Fazer o repasse das outras escolas. Articulação com outras escolas com reuniões mensais. Centralidade das escolas, com 9 escolas presenciais, com apenas 3 D.As funcionando. Nem todas escolas são filiadas á ABEPSS. Dificuldade em relação a estágio com dificuldade de supervisão e o quadro de professores é bem reduzido.Em relação ao MESS, sem C.A é difícil contato com os estudantes. Tem um fórum de estudantes e que é proibido de entrar nas escolas. Pois fizeram um ato na universidade e por isso são proibidos de entrar nesses espaços. Estão com estudantes independentes  na UFES. O C.A vem com um momento de altos e baixos. Um ano de total desmobilização sem C.A. e hoje estão vivendo um quadro de participação dos estudantes, com reuniões abertas, onde chegaram a participação de 40 estudantes em uma reunião, onde dialogam com os outros estudantes.Necessária a revisão do currículo pois aumentaram as matérias no 8º p. bom diálogo com as entidades (ABEPSS e CRESS). Privilégio de outros cursos e com mudança de prédio, o que desmobilizou a participação de estudantes.Sem moradia estudantil, afastamento do DCE. Cartão no bandejão com recarga inicial necessária de R$30,00

UERJ
Escola tradicional de SS.Não tem DCE que os representa, só se mobilizam para festas, estão sem conselho de D.As.O DCE não se posiciona. E vê como solução do problema, inclusive da saúde, abrir as portas para a iniciativa privada.  Não se pode somar as bolsas (não podem acumular). Vão dobrar o número de vagas sem dobrar o número de professores. As aulas serão em containers por falta de espaço nas escolas.os primeiros períodos estão participativos. Fizeram um ELESS no início do ano, e que contemplou qualitativamente em questão de mobilização e participação dos estudantes. Se organizaram para ocupação do DCE. Vem mostrando pros estudantes o que é o serviço social , o que é o ME, qual a importância, e que vem esse interesse surgindo dentro de cada um dos estudantes. Há uma disputa para se tentar implementar o currículo, pois há uma disputa entre ego dos professores, criando uma disputa interna que acarretam conseqüência na formação profissional.Supervalorização do curso de pós-graduação, e que não querem dar aula na graduação.O Professores valorizam mais a pós-graduação do que a graduação. Deixam de dar algumas disciplinas na graduação fundamentais para dar aula  na graduação.Absurdo de 6 turmas de estágio com 40 alunos, com rodízio de professores.
Instituto Metodista – Isabela Hendrix/MG
O Centro Universitário. Ainda não tem uma turma formada. Acesso prova do ENEM como pontuação. PROUNI, seleção de bolsas. A concessão de bolsas através de trabalho voluntário na faculdade. Todos as turmas são no período da noite. Uma grade ainda não foi formada, por isso ainda não tem todos os professores para ocupar as disciplinas. O regime de trabalho dos docentes é horista, o que acaba por não ter dedicação em pesquisa e extensão.
Não existe ME. Existe dois campus, Liberdade e Venda Nova.
UNA
Formação do curso teoria crítica. Um núcleo que viveu o método BH. Em organização estudantil, estão construindo há duas gestão.DCE – PDT/PCRArticulação das PUCs, o ELESS foi na UNAA Faculdade não está apoiando o boicote ao ENADE.
UFOPRepasse da aluna de Comunicação.
O Instituto CHS foi construído com as obras do REUNI.  A 1ª turma de Comunicação estão dividindo o espaço com as aulas do EJA, na Escola.Apoio dos trabalhadores dos cursos que ainda são contra o REUNI. Para não ter o vestibular no meio do ano.Alojamento em Ouro Preto – bolsa transporte/bolsa alimentação/auxílio moradia.João Luiz Martins – reitor – cogitado para ser Ministro da Educação se a Dilma ganhar.

UNIMONTES
Norte de Minas – coronelismo e isso reflete dentro da universidade. Quem decide o reitor é o governador. A maioria das pessoas que trabalham lá são concursados da prefeitura. Sem apoio do DCE, e o C.A , quem está lá está saindo. A Iasmim é o único quadro  para assumir o C.a . está sugerindo um curós de formação para que os estudantes se apropriem do debate. Ninguém acredita no projeto ético-político. A coordenadora é contra o boicote do ENADE. Os estudantes não conhecem o ENADE. É necessário informar os estudantes sobre o processo, não é apenas fazer o boicote. Fizeram uma greve, mas o DCE atrapalhou o processo. Não conseguem participar do conselho da coordenação e nem de D.As por que o DCE implode o processo e desmobiliza.

Leitura do novo Estatuto da ENESSO
Balanço da Regional V – Antiga gestão.Aquilinho
Sem gestão da 2008/2009Gestão da Região V 2009/2010 – No ENESS – Unigranrio.Poucas reuniões da executiva e problemáticas pela extensa pauta do movimento. Construção do EIV – MG e ESUFF Campos – participação de calourada e reuniões com o Centro Acadêmico. (PC do B). Reuniões com os setores mais combativos para fazer chapa de oposição ao CA.UFF – Rio das Ostras – alguns militantes antigos desiludidos.Vale de Jequitinhonha – Teve conhecimento da greve e não conseguiu acompanhar devido a falta de recursos financeiros.2 companheiros abandonaram a gestão da executiva. (estudantes que pegaram outras tarefas da formação onde não pode acompanhar)
Repasse da Coordenação NacionalAquilinho

Reorganização MESS que se inicia após a fraude de 2008 e em 2009 inicia-se essa reorganização.  Essa ENESSO se formou no bojo de discussões cansativas que se formou na chapa dessa executiva regional. Tivemos muitos acertos no que diz respeito á autonomia nos respectivos estados, somado a militância em diversos movimentos. Não se conseguia terminar as pautas de discussão mas que  serviu de base pra essa gestão. Construção de EIV, debate da formação profissional (que poderia melhor potencializar a formação política do SS em link com a categoria profissional. Visita em várias escolas, mas que foi dificuldade devido aos recursos financeiros e abandono de 2 membros, mas conseguimos um grau de mobilização bacana dentro das escolas.). O trabalho político foi feito no encontro nacional.A nacional, atual gestão. A esquerda não conseguiu construir laços de relação política que fossem realmente orgânicos.  O que se tem do processo é que é o primeiro passo para a reorganização. Nós temos pouca identificação cotidiana com a executiva, com os estudantes não se identificando com a ENESSO por não entender a transformação do sujeito histórico.  O inicio da formulação se deu na tentativa de reformular a esquerda, e a separação dos setores, da velha forma de fazer movimento estudantil, fez desaparecer alguns grupos políticos representativos. Antes a disputa era de entidades como legitimação de força política, o que leva ao fracasso dos processos de reorganização. A crise do ME se deu com a saída de um grupo da UNE que tentaram rearticular a esquerda e criaram a CONLUTAS, e isso levou ao esvaziamento dos espaços a frente de luta contra a reforma. Esse Ascenso  levou a teste dos grupos para mostrar a capacidade de tensionamento e de recuo das organizações. E que não deu um salto qualitativo para além disso. É um espaço privilegiado de disputa de hegemonia. Como não reverbera dentro da base, falha na sua organização, pois imprimem ainda a mesma forma de fazer M.E da década de 80, pois precisam de novas ferramentas, pois não cabem mais aos estudantes. Tentativa de legitimação das entidades (UNE) é só a filiação de executivas e Diretórios acadêmicos, é o que a sustenta teórico e politicamente. O processo de construção foi de uma “tempestade de idéias” dentro do grupo que estava disposto durante os 6 dias de encontro. Esse processo de formulação termina com concretização da chapa – disputa política e de construção consciência nesse encontro, onde construíram deliberações para além da disputa de cargo e da executiva.O planejamento estratégico da nacional. Não receberam ainda o repasse da antiga gestão, e que se não for apresentado em 15 dias lançarão uma carta pública denunciando na lista a situação. O estatuto representa alguns avanços. Casos omissos = forma de resolução dos empates, e demais problemas são resolvidos na plenária final. A descentralização se deu para melhorar o trabalho. Essa descentralização com a esquerda fragmentada é uma tarefa muito grande. No que diz respeito aos secretários de escola foi, segundo Achille, um retrocesso, inclusive o estatuto pode vir a dar problemas futuros.Algumas deliberações não aconteceram, sendo que todos os eixos não foram discutidos. O repasse das deliberações foi alterado fora do que foi tirado no ENESS, sendo assim me mantiveram as deliberações de M.E do ano passado.  No PEN, se organizaram no esquema de brigadas. Cada brigada tirava 3 encaminhamentos por escrito, jogava na plenária e tirar melhores encaminhamentos para atuação.

Deliberações do PEN 2010.
O PEN foi composto por 45-50 pessoas, aconteceu em São Paulo.Metodologia de brigadas e organização da realização da alimentação.
Novidades de acordo com as deliberações dos ENESS e estatuto:
Construção do FENEX.Casos omissos no estatuto: votação na Plenária Final.Descentralização: necessidade de reorganizar o MESS.Secretariado de Escola sair a partir das assembléias de cursos, não mais no ERESS.As deliberações do ME ficaram as do ano passado.Planejamento com duas mesas: conjuntura e ME.Cada brigada deveria sair três encaminhamentos para a plenária. (a partir dos eixos).Participantes do PEN da região V – Aquilinho (UFRJ) / Leonardo (UFRJ) / Eluana (EMESCAM) / mais uma pessoa de ES.

Levantamento das Prioridades iniciais:
Construção dos EIVs. Dos movimentos sociais de reforma agrária – 1a etapa- estudo/gênero/universidade / 2ª reforma agrária / 3ª socialização/encaminhamentos.Debate do combate de Violência Policial e a Criminalização da Pobreza.Opressões: ENUDS – 9 a 12 de outubro – UNICAMPCursos de Formação Política e Profissional – objetivo: como funciona a sociedade do NEP-13 de maio. Levar as representações dos centros acadêmicos da região.Curso de formação política – Rio de Janeiro – PUC – Proposta da Nacional – ano que vem.UNIRIO – grade precarizada do REUNI.UFF-Rio das Ostras – ELESS (articulação com os professores) – necessidade de organização do ME.ES – formação política.MG – Escolas do Norte/PUC Contagem/PUC BH/ Sul de Minas-(Guaxupé/Varginha/Três Corações)Informe: UFRJ  – 23 e 24 de outubro – monitor do 13. (iniciativa – estudantes do alojamento).
Leitura das deliberações do ENESS-2010
Inclusões para o PER
CONJUNTURA
Entrar no eixo de universidade: campanha pela xerox sob controle dos estudantes/mais acervo nas bibliotecas.
Fomentar a discussão do origem do Funk como cultura e as opressões geradas pelas letras das músicas. Entender o processo como fruto de relações sociais mercantilizadas. A CR que vai participar da construção do ERESS levar como proposta a organização de uma mesa sobre o Funk. ex: convidar o APAFUNK.
Que a ENESSO articule com o SINDIPETRO para participar da Campanha “O Petróleo tem que ser nosso”
Que a ENESSO apóie os movimentos em prol da reabertura dos arquivos da ditadura, visando o combate a impunidade, entendendo que devemos defender os direitos humanos.
Que a ENESSO construa o EIV.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ELESS – UFVJMDebate sobre ENADE.
Proposta: 13, 14 e 15 de outubro.
UFFDebate sobre ENADE E REPERCUSSÕES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL.Proposta: 14 de outubro.Mesa: ENESSO/ABEPSS/CRESS.
MOVIMENTO ESTUDANTIL
Articular com as escolas que tem CA e DA para tirar os secretariados de escola (meta mínima prazo dezembro/5 secretários por estado).
Espírito Santo articular o Fórum (para conseguir contatos das escolas).
Fazer um material para distribuir para os CA/DA atribuições do secretariado de escola para realização da assembléia.CN fazer um documento sobre contextualização do processo rompimento com a UNE, ao longo dos últimos anos, das deliberações do ENESS/2010 e a revisão do estatuto da ENESSO, fortalecendo a importância do posicionamento em relação ao rompimento da representatividade da UNE pela ENESSO.
Participação da ENESSO no Seminário Nacional de Estudantes na UFU. Dias 9, 10 e 11 de outubro.
UNIVERSIDADE
Que a ENESSO encampe a luta para que a ABEPSS acompanhe o credenciamento das instituições de ensino.
Fomentar o debate com o conjunto dos estudantes de SESO acerca da necessidade da de filiação junto a  ABEPSS e implementação das DC’s por parte das novas instituições credenciadas pelo MEC.
Construir um documento coordenação regional e nacional que aponte contra o processo de trancamento de matricula por falta de pagamento (inadimplência) e que se faça uma discussão sobre os desdobramentos estratégicos desta política. Avaliar a questão de bolsista PROUNI inadimplente que seu nome vai pro SERASA.Fomentar o debate dos cursos seqüenciais.Não ao ENADE! Boicote!Precisamos acumular o debate sobre a proposta levantada no 32º CBAS acerca da proposição de uma cadeira de serviço social, enquanto área de produção de conhecimento científico para cursos superiores correlatos a campo acadêmico-científico.
CULTURA
Garantir a realização de noites culturais (manifestações culturais regionais) e festas (temáticas), levar o debate para o CORESS e CONESS, respeitando as especificidades da região da escola sede.
OPRESSÕES
Que a ENESSO apóie a adoção do nome social dos travestis e transexuais nos espaços coletivos/públicos e privados, garantindo o seu reconhecimento enquanto cidadão.

Divisão das Coordenações da Regional
Coordenação de Combate às Opressões:
Responsável: Flávio (RJ)Responsável: Juniéle (ES)Apoio: Fernanda (RJ)
Coordenação de Finanças
Responsável: Carol (MG)Responsável: Rayara (ES)Responsável: Fernanda (RJ)
Coordenação de Secretariado de Escola
Responsável: Rayara (ES)Responsável: Natália (RJ)Responsável: Carol (MG)
Comunicação
Responsável: Natália (RJ)Responsável: Crisdália (MG) – (37) 9912-9237Apoio: Mayara (ES)
Formação político-profissional:
Responsável: Marília (MG)Responsável: Mayara (ES)Apoio: Flávio (RJ)
Movimentos Sociais:
Responsável: Thalita (MG)Responsável: Weverton (ES)Responsável: Rafael (RJ)
CulturaResponsável: Iasmin (MG)Responsável: Laura (RJ)
Para facilitar a comunicação:As pessoas que tem TIM:Natália (RJ) – (21) 8221-1490Fernanda (RJ) – (21) 8312-4011 – (21) 9479-0012 (dar toque para o claro primeiro).Marília (MG) – (31) 9124-3495 (ligar 23h)Flávio (RJ) – ?   ligar só domingoMayara (ES) – (27) 8144-0975Carol (MG) – (31) 9174-4875Rayara (ES) – (27) 8165-5316
Plano de Trabalho da Gestão ‘Unificar na Luta’ 2010/2011
Hoje – 21 de novembro – Campanha Boicote ao ENADE
Leitura dos materiais disponíveis na lista para se apropriar do debate. Pegar o repasse da FENEX da CN – divulgar o material e adesivo nas escolas.Participar das mesas sobre a temática nas escolas onde atuamos e nas escolas que temos contatos. Chamar para compor a mesa, se possível, CRESS da região, ABEPSS e representação da ENESSO.Conversar com os DA’s e CA’s e/ou estudantes sobre o ENADE. Apoio aos estudantes na divulgação do mesmo.Campanha no dia da prova articulado com os estudantes, CA’s e DA’s.Repasse para a lista das atividades realizadas.Fazer uma cartilha pequena sobre o ENADE para os debates mais próximos. Para o dia 1 de outubro.
Primeiros passos – Construção do IX SRFPMESS – UNIFOA – Volta Redonda
Fazer o contato urgente com a Laura-UNIFOA – Responsável: (Flávio)Fazer a visita na UNIFOA para saber como está o andamento do Seminário e pra saber se tem condições de realizar no prazo o Seminário: (Flávio)Organizar um edital para envio de trabalhos e disponilibizar no blog da região V (Natália e Fernanda)Fazer contatos com os professores: possíveis pareceristas. Questão Social e Formação Profissional – mandar pra UERJProjeto ético-político/políticas sociais – UFRJMovimentos sociais/políticas sociais – UFF (Pina/Larissa/Kátia Lima/Sônia Lúcio)
Reunião para decidir eixos temáticos e fechar edital – dia 27. Na casa da Natália junto com a Fernanda e articulação com a CN no MSN. 14:30.
Encaminhamento de proposta de data: 13, 14 e 15 de novembro – no feriado.
ENPESS  – UERJ – 6-10 de dezembro.
CORESS – dezembro – UFJF
Articular coma Thalita pra ver como está o andamento (CR) – UFJF.
Marília e Carol fazer contato com Thalita para ajudar. Ajudar na articulação Flávio (RJ).
EIV – Estágio Interdisciplinar de Vivência – final de janeiro/início de fevereiro.
May- Articular com a CPP – Comissão Político Pedagógica como participar e organizar enquanto ENESSO. (ES) – Articular Eluana (CN)
Fê – Articular com os contatos do EIV para saber como a ENESSO vai contribuir. Articular o Neto da MST.
Carol e Thalita – Articular com a CPP para saber como a ENESSO pode contribuir e organizar o EIV.
Fazer uma reunião dos interessados em participar do EIV da ENESSO com a coordenação de movimentos sociais.
ERESS – Abril/2010.
As escolas de Espírito Santo vão através do Fórum Capixaba organizar o ERESS.2 de outubro a próxima reunião. Ainda estão correndo atrás do espaço.Mayara vai repassar pra lista o blog do Fórum.
Repasse político no próprio ERESS, pois a nova gestão tomará posse no regional.Repasse financeiro depois de 45 dias, pois depende dos gastos e recursos arrecadados no ERESS.
Mayara vai levar pro SRFPMESS em Volta Redonda o projeto do ERESS pronto e faremos uma reunião lá. Neste espaço discutiremos sobre as propostas de metodologia pra levar para o CORESS/UFJF.
Colocar na programação do SRFPMESS um horário para as escolas organizadores apresentarem o projeto do ERESS para os estudantes.
ELESS
Apresentar o MESS e o Movimento Estudantil para os estudantes novos.
UFVJM – Fazer o ELESS/Debate ENADE/Assembléia para tirar secretário.Encaminhamento: Carol (Contagem) e Marília (BH). Contato: LeonardoChamar as privadas.
UFOP – Fazer ELESS – CA já está organizado. Objetivo que as privadas participem. Contato: Raquel.Tema: A importância do projeto ético-político.ENESSO na mesa de movimento estudantil. Tentativa de colocar a mesa de ABC do MESS, conversar com a Crisdália.
UFF-PURO
ELESS – Proposta: Debate sobre movimentos sociais (MST/representante do acampamento em RO) e mesa sobre ENESSO. (ABC do MESS/ENADE)Tirar representante do Secretariado de Escola na Assembléia.Natália – Fazer contato.
Guaxupé
Mesa de Movimento Estudantil e Lutas Contemporâneas – 04 de outubroParticipação da ENESSO – Achilinho (CN) e Carol (CR).
Carol e Achilles: pesquisa sobre os temas:
Idéias:Acesso e permanência nas universidades.PROUNI.Trabalho.
Curso de Formação Política
– Como funciona a sociedade? – Método em Marx- Incentivar os DA.s e CA.s a participarem.- CN articular com CR para fomentar cursos no NEP 13 de maio em locais que não ocorre.- Fazer contato com Emancipações. CPP. (Natália)- Fábio Massari (contato) do NEP 13 – a coordenação de movimentos sociais procurar saber como a ENESSO pode atuar e participar do curso. (RJ). – Flávio mandar contato.- Em Minas – curso de realidade brasileira – a coordenação de movimentos sociais procurar saber como a ENESSO. (Marília procurar informação), principal foco será o EIV.- Em Espírito Santo a Consulta Popular fazia este trabalho. Rosa Vermelha tem puxado o curso do capital que já começou, principalmente tem o EIV.- Articular vagas para informar para os DA’s e CA’s para levarem representantes.- UFOP – Liga dos comunistas (aberto para comunidade) e Relações Sociais  na Ordem do Capital (só para profissional) – Thalita articular pra saber se pode abrir para estudantes de Serviço Social.
Avaliação do PER
A participação política foi muito boa. Fluiu o debate. Teremos desafios pela frente que é implementar o PER e contribuir para o MESS na formação político- profissional dos estudantes em Serviço Social.
Temos que ter mais disciplina militante e consciência coletiva, solidariedade de classe.
Limpeza e organização deverá ser mais levado em consideração nos espaços do MESS.
Comunicação da UFOP – Ana. Vai publicar na revista da UFOP uma reportagem sobre nossa nosso planejamento da ENESSO.
Avaliação da implementação PER e próximo planejamento para o próximo semestre no CORESS/UFJF/dezembro.

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Campanha Nota Zero para o ENADE na UFF!!!

14/10/2010
NOTA ZERO PRO ENADE!

Este ano o ENADE deverá avaliar cerca de 450 mil estudantes. Prova aplicada no dia 21 de novembro (13h) aos estudantes matriculados no primeiro e no último anos dos cursos de bacharelado em Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e Zootecnia, e dos cursos superiores de tecnologia em Agroindústria, Agronegócios, Gestão Hospitalar, Gestão Ambiental e Radiologia.

O ENADE para legitimar a precaridade da educação superior brasileira, avalia apenas os estudantes e transfere para estes toda a responsabilidade da qualidade de ensino. Além de não considerar a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão. Avaliar apenas os alunos é insuficiente, devem-se avaliar as Universidades como um todo, respeitando as especificidades de cada instituição, diversidades curriculares, e as regionalidades. Deste modo o ENADE desrespeita a autonomia universitária didática e científica. Além de não considerar prioritariamente os problemas de assistência estudantil, escassez de corpo docente e estrutura da universidade que vão interferir e muito numa boa formação acadêmica.

Existem universidades que dão prêmios em dinheiro aos melhores alunos que tiraram notas altas no ENADE a fim de utilizarem a prova como propaganda no mercado da educação para atrair mais estudantes para suas universidades e encherem seus bolsos. O ENADE não significa melhoria na qualidade do ensino.

A estrutura do ENADE contém componentes absurdos, o que justifica a proposta do boicote a esta avaliação:
1. Ranqueamento
2. Obrigatoriedade
3. Desrespeita as diversidades regionais
4. Avaliação restrita
5. Punitivo X Propositivo
6. Financiamento

Por isso, chamamos todo@s estudantes a se incorporarem a esta campanha!!!
No dia da prova, assine a lista e deixe a prova em branco e cole o adesivo da campanha.

ENADE SERVIÇO SOCIAL NÃO FAZ!
Lutamos por uma avaliação de verdade fora desses marcos!!!


VENHA DEBATER SOBRE O ENADE!!!

AMANHÃ – 14 DE OUTUBRO – 18H
AUDITÓRIO DO SERVIÇO SOCIAL – SALA 405 – 4º ANDAR.
Escola de Serviço Social/UFF
Organização (coordenação)
MESA: O SERVIÇO SOCIAL NO ENADE –

REFLEXÕES SOBRE O SISTEMA DE AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

convidados: CRESS/7ª Reg. , ABEPSS e ENESSO.


Vamos divulgar galera!!!

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ELESS – UFOP – 23 e 24 de Outubro/10.

14/10/2010

Saudações Companheiros,

O Centro Acadêmico de Serviço Social da Universidade Federal de Ouro Preto, convida a todos os colegas para participarem do primeiro ELESS – Encontro Local dos Estudantes de Serviço Social.

O encontro se realizará nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010 em Ouro Preto Minas Gerais. As inscrições para o 1º ELESS- UFOP, já estão abertas através do site e só estarão disponíveis até o dia 20. Inscrições feitas no local serão mais carras que as realizadas com antecedência:

Site para inscrições: www.wix.com/DASS_UFOP/DASS_UFOP

Programação e outras informações pertinentes também estão disponíveis no endereço eletrônico acima mencionado.

Os links abaixo são respectivamente do cartaz de divulgação do 1º ELESS –UFOP e da camiseta do evento.

http://www.flickr.com/photos/23525016@N04/5017286037/

http://www.flickr.com/photos/23525016@N04/5020715078/

Contamos com sua presença

Comissão de Organização do Primeiro ELESS-UFOP e Centro Acadêmico de Serviço Social da Universidade Federal de Ouro Preto

Crisdalhia Hermes

Comunicação – ENESSO.

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ENCONTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

23/05/2010

Nos dias 10 e 11 de junho irá ocorrer o ENCONTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL CRESS/ABEPSS/ ENESSO/UNIDADES DE ENSINO na PUC-Minas.

O evento está sendo realizado pela ABEPSS-Leste e  conta com a participação dos CRESS MG,ES e Rj, ENESSO Região V e Puc-Minas.

Os assusntos tratados são de total interesse de todos os estudantes. Desta forma, gostaríamos de convidá-los a fomentar a discussão na sua escola com os estudantes e a ocupar o espaço, para que juntos possamos contribuir e dar continuidade ao processo de fortalecimento do projeto pedagógico aprovado pela categoria, socializar a Politica Nacional de Estágio e fundamentar a discussão sobre a participação dos cursos de Serviço Social no ENADE.

*As inscrições serão realizadas até o dia 07/06/10 através do e-mail indicado no folder.

*Vagas limitadas! 30% das vagas oferecidas estarão disponíveis para dicentes.

*Não há material disponível para divulgação.Os D.A’s e C.A’s deverão imprimir o material de divulgação que está em anexo.

Oficina Regional FOLDER 1Oficina Regional FOLDER 2

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Moção de Apoio aos moradores atingidos pelas chuvas no Rio de Janeiro

03/05/2010

Nós, estudantes de Serviço Social, presentes no XXXII Encontro Regional de Serviço Social, realizado em Belo Horizonte, gostaríamos de repudiar a forma como vem sendo tratado pelo poder público, mídia e setores conservadores da sociedade, os desabamentos ocorridos no Rio de Janeiro nessas últimas semanas. Compreendemos que, diferentemente do que esses setores têm propagado, a culpa não é da população pobre que por falta de alternativa (por conta da concentração da propriedade privada no sistema capitalista) constroem suas habitações em localidades consideradas impróprias para se morar. Read the rest of this entry ?

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32º ERESS “Quem erra na análise, erra na ação”

31/03/2010

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O XXXII CORESS

07/12/2009

O Movimento Estudantil de Serviço Social (MESS) é historicamente reconhecido por sua organização, politização e pelo seu caráter combativo. O reflexo desta realidade e o motivo da mesma são os fóruns de debates existentes no movimento, como os Encontros realizados anualmente, com discussões políticas e profissionais que ao longo de sua história vêem sendo realizados com estudantes, profissionais e a sociedade, que podem ser contemplados tanto em mesas de debates como em oficinas e/ ou painéis.

A realização do e III Curso de Formação Política e XXXIII CORESS em Montes Claros demonstra parte do nosso comprometimento com a sociedade, a Universidade e Formação Profissional, que em sua trajetória sempre veio demonstrando que a formação só é de grande qualidade quando os estudantes se apropriam do processo em que estão inseridos, entendendo-se como sujeito capaz de modificar a realidade em que vivem de acordo com as necessidades que se apresente.

Além de tudo entendemos que estes espaços de discussões e debates nos ajudam a esclarecer multiplicar e refletir sobre quem somos e para onde caminhamos dentro e fora da universidade enquanto sujeitos éticos e políticos. O evento será realizado por duas escolas presenciais de Serviço Social do Norte de Minas: Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), Faculdades Unidas do Norte de Minas (FUNORTE), ABEPSS E ENESSO Região V.